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Sexta-feira, Maio 27, 2011
aeee consegui recuperar meu blog :-) pena que o WoW me distraia tanto da vida... e de filosofar sobre ela!
Songless Bird . 11:27 PM
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Sábado, Abril 25, 2009
Email que acabei de enviar à redação da Folha de S. Paulo, para Fábio Rigobelo:
Boa noite, Fábio
"Peço desesperada e encarecidamente que informe aos produtores do show do Amon Amarth, anunciado no guia da Folha (de 24 a 30 de abril/2009, pág. 69), que essa banda não é, nem com muita ignorância sobre o assunto, pioneira do viking metal. Pelo menos não erraram o país de origem. Isso é uma ofensa ao Bathory, ao Quorthon, que originou o estilo em 1988 (Amon Amarth veio uma década depois). Para fãs do estilo, seria o mesmo que dizer que foi Nietzsche o pai da aviação.
(O próprio nome do "aclamado" álbum do amon amarth é uma cópia descarada do álbum Twilight of the Gods, do Bathory).
Por favor, faça com que não publiquem mais tamanho absurdo... Amon Amarth é apenas mais uma dentre muitas outras bandas de viking metal. Grata desde já,..."
Estou INDIGNADA, como podem colocar no anúncio "Amon Amarth - Os pioneiros do viking metal na turnê do aclamado álbum Twilight of the Thunder God"???
Songless Bird . 4:10 AM
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Sábado, Abril 04, 2009
Pois mentira tem perna curta... e como tem...
Pior é descobrir que a verdade por trás da mentira é mais feia do que poderíamos imaginar! E que pessoas muito amadas estão presas irreversivelmente a uma cobra constritora.
Songless Bird . 3:49 PM
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Segunda-feira, Março 30, 2009
:-) graças a uma boa alma que trabalha na Globo, consegui salvar meu blog!!! Viva o WoW!!!
Songless Bird . 9:47 AM
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Terça-feira, Dezembro 16, 2008
O mundo é um lugar cruel; sempre chove quando as crianças querem muito ir ao zoológico.
SONGLESS BIRD 2:06 PM
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Sábado, Novembro 08, 2008
Estou cansada. Antes parecia que não havia graça viver sem algum drama na vida (adolescência). Inventava amores para afastar o tédio, ampliava dores para ver se de fato sentia algo, sentia-me sozinha apesar de querer estar só, queria estar só mas queria que alguém notasse e me fizesse companhia.
Hoje queria evitar todos os dramas, sinto-me mal de não dar a devida atenção àqueles que não me deixam sentir sozinha, sinto-me vazia apesar de tanta coisa para me preencher. Ou talvez seja toda essa angústia no peito, sufocando o coração, daí nem o sinto mais bater.
Tanta coisa mal resolvida, tantas decepções que já nem sei onde foi parar minha alma guerreira, que sempre queria deixar tudo às claras, resolvido, não importasse a quem tivesse que ferir. Hoje não é a covardia que me atormenta, pelo contrário, é o meu descaso. Descaso em consertar o mundo, o meu mundo, mesmo sabendo que ele, destruído, significa a minha destruição. Enfim, acho que sinto muito a falta de mim mesma.
Estou perdendo a fé nas pessoas, apesar de racionalmente saber que em regra não são dignas de confiança; acho que eu nunca quis acreditar (de que adiantaram as lições de meus queridos autores..?). O mundo é isso aí, um teatrinho, ai daqueles que expôem-se de verdade aos risos e lágrimas da platéia. Nunca soube interpretar; me magoa que a platéia não consiga distingüir os atores das personagens, mesmo que peçam para que acreditem/desacreditem, tudo é um grande faz-de-conta e mais ninguém sabe quando se está dentro ou fora da brincadeira. Lá do palco eu aprendi e digo, graças aos céus as pessoas usam máscaras; o mundo seria insuportavelmente feio e sem sentido se elas não as usassem!
Frascos que vão se partir, voltar a ser apenas um punhado de grãos sem sentido. Essências que disfarçam o fedor, mas que um dia deixarão de ter aroma, independentemente de qual se esvaia primeiro. Cada qual com um preço. A sociedade é uma estante de perfumes.
Estou me sentindo uma consumidora enganada, quantos frascos não abri, cheirei, aprovei e, pouco tempo depois, estragaram e começaram a feder? Tanto que tenho medo de ter sido empesteada por tantos odores fétidos. Será que é esta nuvem que me envolve e atormenta, a ponto de eu deixar de acreditar que as flores sempre terão o mesmo perfume até que não sejam mais flores? Não consigo sentir quase nenhum bom odor ao meu redor, apesar de insistentemente querer acreditar que não me enganei com relação a raras fontes de perfume. Será que também passei a feder? Não consigo saber, já estou em fase de fadiga olfativa... o que vem depois?
Da mais próxima até a mais distante pessoa; pelo menos aqui preciso desabafar. Observei não o líquido do frasco alterando sua cor, mas qual não foi minha surpresa ao abri-lo (quando já o havia adquirido e colocado dentre meus preferidos) e não conseguir suportar o cheiro?
A primeira: NOJO. Chegou como um sonho; tudo o que desejávamos de alguém que, em tese, faria uma pessoa querida feliz. Era tudo o que faltava a ele: ativa, alegre, positiva, guerreira, trabalhadora, atenciosa, carinhosa, vaidosa. E como um sonho, assim que acreditou garantido o terreno, revelou-se uma pessoa egocêntrica, pródiga, perdulária, materialista, calculista, invejosa, negativa, horrorosa, preguiçosa, folgada, ambiciosa, oportunista, fria. Como meu sábio diz, “marqueteira pessoal”; vendeu e que se dane quem comprou. Tornou-se o centro do próprio universo, e ai de quem não concorde! Mais do que um planeta, tornou-se um buraco negro, que suga até a luz a seu redor, consumindo desmesuradamente e se desfazendo friamente do que não lhe interessa, não importando quem ou o que tenha sido oferecido. Incapaz de enxergar seu próprio sangue (ascendente e descendente) e amá-lo; só posso concluir tratar-se de alguém com profunda falta de amor próprio e de caráter. Seu coração está ocupado demais consigo mesma para sequer notar o prejuízo ou a mágoa que causa àqueles que estão próximos. E quanto mais próximos, pior o estrago. E tudo o que posso fazer é me afastar para não me ferir ainda mais. Já basta a decepção, minha e das pessoas a quem amo. Continuar a observar de perto só me angustiaria mais, eis que não posso resgatar alguns daqueles que me são caros pois giram ao redor do pavoroso buraco-negro, e esta força de atração é maior do que qualquer dos meus esforços. Um dia vai querer engolir tanto que explodirá; espero apenas que na explosão não se machuquem os meus amados. Eu estou preparada. Pelo menos neste caso não sou, definitivamente, a única a enxergar a pessoa tal como ela é.
O outro é também uma DECEPÇÃO. O que não é o coração de uma criança senão um parque público, ao qual quase todo mundo tem acesso, adentra, se diverte, alguns plantam, outros acabam destruindo algo..? Pois bem, talvez eu nem conhecesse propriamente este indivíduo, mas ele estava lá no coração, tendo ingressado pelas portas escancaradas da infância. Basicamente apenas por isso, sem nenhuma memória digna de consumir neurônios. Segredos da consangüinidade. Pois eis que demonstrou-se alguém pequeno, mesquinho, oportunista, egoísta e infantil. Digno de pena, somente; profissional, marido e pai frustrado, um semi-homem. Mas não como vítima, senão da própria fraqueza e covardia. Contrariado nos seus interesses, tão pequenos, teve que tentar macular uma relação já naturalmente maculada de mãe-filha. Demonstrou também pouca inteligência com isso e perdeu qualquer peso que pudesse se colocar em minha consciência. Mas perturba-me por estar no coração de alguns dos meus amados, tendo lá adentrado também através dos corações infantis, através dos laços, malditos laços, do sangue. E por não mais haver paz entre ele e eu, talvez também sintam que a perderam dentro dos seus corações. Neste caso, em terra de cegos, quem tem olho, morre. Então manterei minha boca fechada, assim ninguém saberá que meus olhos estão abertos.
Ah, esta figura de agora..! Ainda não defini se o que sinto a seu respeito é NOJO, DECEPÇÃO ou PENA. Linda, lindíssima, ao mesmo tempo que horrorosa. De que adianta ser bela por fora se a única coisa que lhe importa é a imagem no espelho e quem paga mais por ela? A acolhi no coração, maldito instinto protetor. O erro foi não detectar que não havia do que proteger: Tudo era uma farsa, friamente calculada e interpretada com perfeição. Como minha guarda já estava baixa por tratar-se de alguém querida para alguém que me é querida, não detectei. Enfim, o tempo mostra quem é quem, mas neste caso o fez em doses homeopáticas...
Ela teve tudo nas mãos, beleza, juventude, contatos e oportunidades. O que fez disso não sei, vai ver achou que beleza bastasse e se acomodou. Agora que o tempo passou e as oportunidades se fecham, parece que decidiu procurar um macho provedor, mas claro, sem dispensar os demais quando decide experimentar um pretendente. Dá pena porque os homens babam por ela, se “apaixonam”, porém após a conquista se desinteressam logo, vez que de fato ela não tem muito conteúdo, inteligência, educação, cultura ou personalidade. Beijam a princesa e acordam com o sapo. Adota os gostos e personalidades das pessoas próximas, dança conforme a música. A coitada aprendeu tanto a jogar o jogo da sedução que não sabe jogar outra coisa e não sabe mais nem quem ela é além da aparência. Até aí tenho pena, ela é consumida e descartada pelos homens.
Mas parece que resolveu fazer o mesmo, agora consome e descarta as pessoas, senti isso na pele e fico “feliz” que tenha feito isso com outras pessoas, porque assim fica claro que não sou a bruxa malvada da história. O pior é que quando caras decentes aparecem, claro que atraídos pela beleza, mas dispostos a algo mais, ela simplesmente não descarta e nem aceita, fica brincando de trocar de roupa, cada dia um deles, vai acabar magoando-os, sendo magoada e claro, sozinha e descartada. É muita frieza. Sempre dá mais pano para os que podem oferecer mais; sempre viveu às custas de favores e gentilezas (e sempre os recebia porque era atraente) feito uma cortesã e agora não sabe se virar sozinha.
Continua vivendo de favores e gentilezas e até mesmo, ouso dizer, piedade dos amigos, mas é incapaz de enxergar isso: além de tudo é ingrata. Não tem nenhuma gratidão por aqueles que a ajudam. E não tolera ser contrariada ou ouvir a verdade. Tem síndrome de Cinderela, sempre à espera do príncipe encantado (rico), reclamando da vida, das coisas, das pessoas, nada nunca está bom, porque ela é uma princesa e princesas merecem o melhor, não podem se contentar com o bom. É a vítima perfeita desse mundo cruel, mas ninguém consegue compreender, coitadinha, daí sofre ainda mais. Às vezes certos dons são como maldição. Pareço moralista, talvez nesse caso esteja sendo, mas me enoja gente que usa os outros, egoísta a tal ponto. Gente interesseira, que um dia vem doce (talvez em busca de algum favor) e noutro, contrariada, ignora completamente o resto do mundo. Gente que mercantiliza/contabiliza os sentimentos alheios. Um dia acha um tonto para parasitar, tomara que o faça logo enquanto a beleza ajuda e sossegue de uma vez. Maldade popular: mulher feia tem conserto, já a burra...
Eu não estava preparada para sair da Terra-do-Nunca e vim cair direto em uma megalópole. Tenho alguns amigos aqui, mas é difícil encontrá-los. Noutros fica difícil confiar, eis que estão inseridos até o pescoço em intrigas e fofocas. Ainda bem que ainda sinto poder dizer que, peneirando, encontro pedras raras e preciosas, como minha pequena ruiva. Ela é sábia, mas às vezes sofre do meu mesmo mal: coração de gelatina, releva demais. Mas eu sei que jamais esquece, como eu, daí fico mais tranqüila, porque não vão pegá-la desprevenida.
E a porcaria do meu concurso... se eu não passar, não sei o que farei. Todos esperam que eu passe, eu quero passar mas tenho medo de falhar. Nunca falhei quando realmente quis alguma coisa. Dizem que sempre tem a primeira vez, mas precisava ser justamente essa? Tenho muito medo...
Bateu também a saudade dos amigos que estão longe, quer seja geograficamente falando, quer seja no tempo. Falando assim até parece que tenho muitos, né? Não, são poucos... tem razão quem diz que amigo verdadeiro se conta nos dedos das mãos. Mas tive o azar de tê-los espalhados pelo mundo...
Engraçado parar para pensar e ver que tudo isso estava guardado faz tempo mas veio à tona hoje por causa do falecimento de um tio. Em essência, mal o conheci, mas é aquela velha história do coração infantil/consangüinidade. E era o pai de dois primos a quem amo muito, mesmo que tenhamos nos distanciado com o tempo. Me preocupo com minha tia, fica sozinha, sem ter quem cuide dela... e ela precisa...
...E falando em tia, lembro-me de outra, muito querida, que de tanto que sofreu, resolveu fugir da família. Eu a compreendo, não é fácil ser da minha família, principalmente a materna. Eu sinto muito a falta dela e gosto de pensar que ela também guarda carinho por mim. Me dá um aperto imenso no coração pensar que posso nunca mais vê-la e que ela pode estar infeliz. E pior ainda pensar que posso revê-la um dia mas quando acontecer, ela estar tão mudada que não a reconhecerei mais, por dentro. Tenho boas lembranças dela, sempre sorrindo. Dói lembrar que, da última vez que a vi, ela não sorria mais.
Bem... o que mais me aflige? Uma prima louca e amargurada, de quem não consigo sentir raiva porque tenho vontade de abraçá-la e apertá-la até que desista de ser brava e chore feito a criança sofrida que ela ainda é...
Meu melhor amigo mal sabe o que o aguarda. Espero não machucá-lo em desproporção com as coisas que minha amizade força a dizer-lhe... Que ele me odeie, continuarei amando-o como a um irmão. Pena que só com esse irmão tenho espaço para dizer o que creio necessário... Fico aguardando ansiosa o dia no qual minha carta estará em suas mãos... assim como nossa amizade.
Meu pai ficando velhinho... Meu pai, amado, tão distante e tão presente. Tenho a convicção de que mesmo as brigas nos deixaram mais unidos. Te amo muito e gostaria de poder dizer e ouvir de volta, mas você é um travado, um doce bloco de gelo, nada acostumado a sentimentalismos. Mas eu sei. E eu sei que você sabe. Morrendo cada dia um pouco... cada copo, cada cigarro, cada mágoa guardada e não resolvida. Eu sei que vou sofrer quando você se for, só não consigo mesurar. Essa idéia me apavora.
E a porcaria do meu coração. Sempre procurando o amor; quando encontra, mal sabe; quando perde, crê que não amou. O fato é que meu cérebro precisa se sentir apaixonado, racionalmente apaixonado, senão o coração não bate forte, não acelera. Sinto falta dessa conseqüência, o que me deixa em dúvida sobre o que meu cérebro anda pensando que sente. Sei lá, no fundo é medo, eu e o meu pavor de fazer as escolhas erradas... novamente.
Estou um pouco mais “leve” agora. Vou me alienar um pouco mais. Até a próxima onda de cruel lucidez. Ou pelo menos, cruel emoção.
SONGLESS BIRD 12:36 AM
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Terça-feira, Novembro 04, 2008
meio bobagem, mas só para atualizar mesmo.

You are The Star
Hope, expectation, Bright promises.
The Star is one of the great cards of faith, dreams realised
The Star is a card that looks to the future. It does not predict any immediate or powerful change, but it does predict hope and healing. This card suggests clarity of vision, spiritual insight. And, most importantly, that unexpected help will be coming, with water to quench your thirst, with a guiding light to the future. They might say you're a dreamer, but you're not the only one.
What Tarot Card are You? Take the Test to Find Out.
SONGLESS BIRD 11:53 PM
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Sexta-feira, Outubro 17, 2008
Angústia...
Queria poder fazer algo, falar alguma coisa para o meu irmao... mas não posso, ninguém pode, em terra de cegos, quem tem olho, morre.
SONGLESS BIRD 1:22 AM
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